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Terça-feira, 31 de Julho de 2007

“Toda a situação tem uma solução!”… as audiências da SIC não.

Ao que parece, a SIC não atravessa os melhores dias da sua existência. Depois de anos com liderança garantida, enquanto Rangel dirigia a estação de Carnaxide, eis que o título se perde (em Setembro de 2000), com a chegada de Big Brother à TVI, programa que, segundo se sabe, foi “aproveitado” pelo canal de Queluz depois de ser rejeitado pela direcção de programas da rival privada. Rangel saiu e desde aí a “nossa” SIC nunca mais foi a mesma.

Com as audiências em alta, a TVI encontrou forma de dar continuidade ao sucesso que se estende aos dias de hoje, virando-se para a produção nacional de qualidade. A NBP “deu uma ajuda” e continua a garantir a liderança do canal com “Ilha dos Amores”, por exemplo. Como resposta, a SIC encontrou em Teresa Guilherme a solução para todos problemas.

“Floribella” correu bem durante a sua primeira edição, e enquanto se manteve em horário nobre. Seguidamente “Vingança” que pelos vistos não vingou muito. A história não é tão má quanto isso, os actores fazem um grande trabalho, mas a qualidade técnica deixa muito a desejar.

A nova aposta da “TG SA” tem o nome de “Chiquititas”… Depois de uma divulgação de irritar o telespectador estreou a tão badalada história adaptada da versão argentina, criada por Cris Morena (a mesma autora de “Floribella”). Esta é então mais uma produção dirigida às crianças e aos jovens mas pelos vistos tanta fantasia não convence nem miúdos nem graúdos.

No mundo da fantasia estão sim Francisco Penim e Teresa Guilherme que acreditam no sucesso da esgotante “saga” de uma ama dentro de um orfanato. O director de programas da SIC não sabe o que fazer,” limitando” a estação de Carnaxide a novelas (portuguesas e brasileiras) e a séries, as benditas produções americanas das quais não convém abusar, mesmo que primem pela boa qualidade.

No meio desta história, muitas oportunidades de dar uma nova vida à “Sociedade Independente de Comunicação” passaram entre os dedos de Penim. Deixou sair Sílvia Alberto, Marco Horácio, Bruno Nogueira e se o cenário continuar assim, ainda pode sair mais gente. Perdeu ainda os “Gato Fedorento” que são o grande sucesso da RTP. Toda esta gente dava à SIC a oportunidade de fazer televisão alternativa, mas quando queremos ser iguais ao vizinho do lado, as coisas não correm bem.

Com tudo isto é questão para perguntar: se Emídio Rangel saiu por perder o Big Brother, por que razão Penim ainda não saiu depois de perder audiências e todas estas “estrelinhas”? Não se sabe, mas que o futuro do ainda director de programas da estação de Balsemão não é risonho, ninguém duvida…

Na Impresa Fransisco Pinto Balsemão só deseja que “Lili” tenha razão e espera que a situação da SIC se resolva nos tempos mais próximos.

Publicado por Bruno Anacleto às 17:03

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1 comentário:
De Catia a 31 de Outubro de 2008 às 23:36
A SIC so vai pa frente quando parar de fazer adaptações!!! e começar a colocar series originais!!!
OLHEM PARA OUTROS PAISES, QUEM É Q COM REBELDE ME FAX UMA ADAPTAÇÃO COMO A PORTUGUESA QUE METE NOJO AOS PORCOS...ENFIM...ELES GOSTAM DE SE AUTO-DESTRUIR...

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